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London Garden

Interessantíssimo o projeto que faturou o primeiro lugar no concurso de design Future City Mobility. O briefing era simples: olhar para o transporte urbano na Londres de 2030. Para solucionar o problema, Marten Wallgren e sua turma foram além do conceito elétrico e pensaram em um sistema integrado entre diferentes meios de transporte. Na hipotética “London Garden”, uma zona livre de veículos no centro da cidade, uma bike especial armazena energia das pedaladas para converter-se em uma scooter elétrica, cuja energia excedente também pode ser convertida em passe para a utilização do transporte público, como ônibus e táxis. Bastaria para tanto acomodá-las em nichos especiais onde serviriam de bateria de apoio ao mesmo tempo em que se recarregariam automaticamente. Que venha o futuro!

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Floripa como referência

A Osklen é nosso principal exemplo: uma marca sólida, interessante, referência total no Brasil e no exterior. Já foi citada no WGSN e nas aulas de coolhunting mundo afora (eu tava lá e garanto, viu?). Claro que o Oskar Metsavaht é um gênio e criou uma marca estilosíssima com tudo o que se tem direito em termos de marketing sensorial: aquele aroma gostoso das lojas, a textura leve dos tecidos, a elegância dos vídeos na web. Tudo muito bacana, muito bem pensado, com alto valor agregado e preços que garantem a quase exclusividade das peças.

Mas a Osklen também tem muito a ver com imagem, lifestyle. E é aqui que entra o Rio de Janeiro, com um clima surf despojado, leve, alto astral. É daí que surgem coleções inspiradas em Ipanema, Carnaval, Copacabana Palace... tudo de um jeito muito cool, com muito estilo, nada de lugares comum (fotos 1 a 6).

Vale lembrar que o Rio também tem outros fãs: Cantão, Farm e Redley, só pra citar alguns exemplos.

A Imaginarium, não tão específica no apelo a uma cidade, mas ao Brasil de norte a sul, tem há anos uma coleção conhecida como Brasil Paca. Mesma coisa: ícones do lugar trabalhados de uma maneira original, incomum (fotos 7 a 11).

A Cavalera acabou de lançar uma coleção São Paulo, com sua clássica textura das calçadas (fotos 12 a 14).

A marca Cha cha, de Barcelona, tem duas lojas na cidade, uma no bairro gótico e outra no tradicional Mercado la Boqueria. Não tinha como fugir, os turistas passam por ali o tempo todo. Por que não aproveitar esses consumidores em potencial e criar algo diferente, que fala em Barcelona, mas foge daquele clima turístico, que é igual em toda cidade? Foi o que eles fizeram, e criaram diversos produtos inusitados com a ajuda de ilustradores locais (fotos 15 a 22).

Outra marca que se destacou criando produtos regionais diferentes foi a The Souvenir Shop, do Canadá. A ponto de sair no Springwise, o famoso site que aponta negócios inovadores pelo mundo (fotos 24 a 26).

Os exemplos, como já se viu, são vários. E vão desde marcas de roupas até objetos de design e, mais especificamente, produtos para turistas.

E Floripa, quando é que vai ganhar uma coleção bacana? Ou uma marca? Uma linha de produtos em alguma loja? Quando é que os turistas gringos que lotam os cafés da Lagoa e as baladas de Jurerê vão ter produtos interessantes com apelo manezinho?

Não, não é exagero que tem muuuuito gringo por aqui! Já experimentou sentar no Café Cultura ou no DNA num domingo à tarde? Deu no New York Times, como diz o Cacau Menezes. Floripa tem um baita potencial. É só saber aproveitar de um jeito interessante (para nós e para eles!).

A Fresta aposta que sua empresa pode pensar em algum negócio nesse sentido.

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Ciclofaixa com patrocínio privado

Desde 30 de agosto os ciclistas de São Paulo ganharam faixas exclusivas para trafegar aos domingos em várias vias da cidade. A Ciclofaixa de Lazer é uma iniciativa da prefeitura, com o apoio da Bradesco Seguros, e liga os parques das Bicicletas, do Ibirapuera e do Povo, através de uma faixa exclusiva sinalizada nas ruas.

Interessante aqui é a parceria com a iniciativa privada. Ótima oportunidade de uma empresa mostrar que pode ser útil a comunidade e, logicamente, divulgar a marca de uma maneira inteligente.   

Santa Catarina bem que merecia parcerias desse tipo... ;-)

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A China nos últimos 60 anos

Ótimo quadro pra ter uma ideia em números das mudanças ocorridas na China nos últimos 60 anos.
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Hui hui, marca de Belin

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Biblioteca de Kansas City

Fotos de David King, que fez um belo álbum com fotos da biblioteca de Kansas City.
de
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Espaços pra brincar de ser criança

Um centro de recreação e esportes no bairro Saint-Cloud, em Paris, obra do escritório KOZ Architects (fotos 1 a 7) e mais diversos espaços para diversão infantil.

Não dá vontade de voltar a ser criança?



Via site http://www.thecoolhunter.net/

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Lisboa de olhos fechados e mente aberta

Confesso que me passou pela cabeça um clima meio Ensaio sobre a Cegueira, mas não deixo de achar muito interessante o projeto Lisboa Sensorial. A idéia é passear pelo bairro de Alfama de olhos fechados, mas com a mente muito aberta a uma experiência encantadora entre cheiros, sabores e sons do ambiente.

Os passeios são a pé, os participantes têm os olhos vendados e são conduzidos por um guia cego da ACAPO (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal) que partilha as suas referências sensoriais. Estão também presentes um guia Lisbon Walker, que faz a contextualização histórica do percurso e outros 4 elementos, que ajudam os participantes a percorrer o espaço.

Pra quem estiver pensando em ir a Lisboa, fica a dica: http://www.cabracega.org/lisboa-sensorial. Ah, e já que está por aí, não deixa de ir na Rua Norte, no Bairro Alto!

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Namba Parks - um shopping verde

Um projeto de Obayashi Corporation. Um shopping que se destaca na cidade de Osaka, no Japão. Quase um oásis!

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Rota do grafite em São Paulo

Não que seja muito difícil ver grafites em São Paulo. Hoje em dia, com as novas leis de poluição visual, dá pra perceber que a cidade está mais limpa, e os grafites interessantes se destacam bem mais.

Mas ainda assim, quem curte arte urbana já pode contar com várias opções de tour pelas ruas da cidade.

O mais conhecido é o passeio com com a Yara Amaral, mais conhecida como Yá!, grafiteira há seis anos e ex-aluna de artistas famosos do movimento, como Zezão e Boletadura. O tour dura cinco horas, incluindo um workshop de spray ao final e pausas para almoçar e tirar fotos.

Ficou a fim? Aqui vão algumas opções:

SoulSampa: passeios a pé acontecem quartas e sábados, incluindo workshop ao final. R$ 150 por pessoa; estudantes têm 30% de desconto. Mais informações em soulsampa.comSP Bureau: de carro, roteiro de 4 horas passa no Centro, na Liberdade, na rua Augusta e na Vila Madalena. Pacote para até 3 pessoas custa R$ 450. De 4 a 12, R$ 650. Informações em spbureau.com

Graffiti Viagens: a partir de julho, empresa organizará passeios de ônibus de 4 horas por R$ 30 por pessoa. Mais detalhes pelo telefone (11) 5549-9569 

Se sua ideia é se virar sozinho, um lugar impredível pra quem quer conhecer a arte de rua de São Paulo é o Beco do Batman, no comecinho da rua Harmonia, na Vila Madalena. Dá um medinho ir à noite, então se preferir vá de dia ou de taxi.

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