Nada é novo

O Nothings is New é um verdadeiro achado, por lá você pode encontrar muitas e muitas imagens de tempos passados, desde produtos, obras artísticas e registros de acontecimentos, dos mais diversos povos, tudo com os seus devidos créditos. A proposta do site é justamente olhar para essas imagens históricas em busca de novas idéias, inspirando a criatividade contemporânea. O mais legal é perceber que, por mais que o tempo passe, algumas coisas continuam sendo super atuais e daí vem o poder da atemporalidade. Garanta já sua overdose de inspiração clicando aqui.

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Hotéis Missoni

Já imaginou um hotel todo decorado com as belíssimas estampas da Missoni? Para quem ainda não conhece, a Missoni é uma marca italiana mundialmente conhecida pelos seus tecidos e padronagens ultra coloridas. Aliás, no mês passado comentamos sobre uma marionete gigante para o lançamento de uma parceria da marca com a Target, no NYFW, lembra? E também já apresentamos algumas de suas criações num outro post. Mas, voltando ao que interessa, a marca inaugurou dois hotéis luxuosos, um em  Edimburgo e outro no Kwait, decorados no melhor estilo Missoni. Vai dizer que não ficou com vontade de se hospedar num lugar como esse?

(via Follow The Colours)

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Retrô prints

Para quem é apaixonado pela estética retrô e/ou desenho de superfície, mais do que recomendamos o blog do Inaluxe, um projeto criado por Kristina Sostarko e Jason Odd. Além de mostrar as criações da dupla com aquela pegada vintage que a gente tanto gosta, o blog também mostra outros trabalhos igualmente inspiradores. #ficadica

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Ilustrações hipster

Quando vi essas ilustrações no Trapo.com.br fiquei louca da vida para descobrir o autor. Graças ao maravilhoso Google Image Search fiquei sabendo que as artes um tanto quanto debochadas pertencem ao chileno Fab Ciraolo. Como dá para perceber pelas imagens, ele fez montagens utilizando ícones de desenhos animados dos anos 80 (e outras figuras também)  acrescentando filtros em tons pastel (remetendo ao vintage) e novos figurinos aos personagens, além de várias estampas florais e glitters ao fundo. Seria uma releitura dos nossos heróis do passado brincando com a estética hipster de hoje? Ou quem sabe uma espécie de crítica? Questionamentos à parte, a ideia é com certeza muito divertida e inspiradora. Vale (e muito) conferir outros trabalhos na galeria do ilustrador.

 (por Claudia Bär para Fresta)

Claudia Bär

Designer, trabalha por trás dos teclados da Fresta. Sonha em nadar ao lado de um tubarão baleia, vaga entre ilustração e fotografia, cat lover, genuine fake.

Aaah, que bem bolado. Não sei se existe uma crítica, mas a releitura ficou ótima!
Obe_dessa!
visitante
03.10.2011 às 21:06
Acho que a "crítica" existe no sentido de sobrecarregar as imagens com esses elementos da "estética hipster", é como se esses heróis voltassem a ser moderninhos novamente. ;)
Cláudia Bär
Fresta
03.10.2011 às 21:25
Isso é verdade! :)
Obe_dessa!
visitante
06.10.2011 às 15:05
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Renato Imbroisi apresenta mostra Desenho de Fibra

Há mais de 20 anos o designer Renato Imbroisi se dedica ao universo têxtil, produzindo peças em parceria com artesãos de todas as regiões do Brasil, sempre buscando destacar a identidade cultural de cada uma delas, além de abordar princípios da sustentabilidade e da inclusão social em seus projetos. Bordados, crochês, rendas e tecelagem compõe os 150 trabalhos da mostra "Desenho de Fibra" que estará exposta na Casa - Museu do Objeto Brasileiro, em São Paulo, até o dia 18 de novembro. Não dá para perder! 

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Impressões da natureza

Para fechar o mês com chave de ouro, aí vão algumas imagens do editorial Nature of Prints, fotografado por Chris Nicholls para a revista Flare de setembro. As peças de Dries Van Noten, Paul Smith, Alberta Ferreti e Lavin saltam os olhos nos belíssimos cenários naturais. Foco para a mistura de estampas, uma das promessas de 2013.

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Quiet, please

Em 2007, a estilista Andreia Passos e o designer Luiz Wachelke resolveram unir forças e criar a Vish!, uma marca fresca e moderna, com peças que podem ser utilizadas nas mais diversas ocasiões. Hoje, a Vish! está presente em diversos pontos de venda do Brasil, em lojas como a Endossa em São Paulo e em Curitiba, e a Varal em Florianópolis, além de dois pontos de venda na Inglaterra e um showroom na Espanha. Aliás, ficamos sabendo que em breve a marca estará presente na Cartel 011, em São Paulo, e que também acabou de chegar na Pandorga, em Porto Alegre.
Em junho desse ano, a dupla apresentou sua mais nova coleção na primeira edição do Sul Fashion Week, "Quiet, please", que realmente nos deixou sem palavras. As estampas de maxi poá, correntes e listrados, os vestidos, as saias longas e as camisas com uma releitura das clássicas golas prometem invadir nossos guarda-roupas. É por isso que decidimos bater um papo com a Andreia para saber um pouco mais sobre a marca e o conceito da nova coleção.

Fresta: A cada coleção, a Vish! se inspira em algum tema para a criação das peças. A coleção passada, "Bleu, Blanc, Rouge", por exemplo, foi baseada nessas três cores e também no lema francês "Liberté, Egalité, Fraternité". Dessa vez vocês surgiram com uma nova proposta e também com peças mais elaboradas. As estampas cobrem todo o tecido e, mais uma vez, apenas algumas cores (azul, preto e rosa, basicamente). Quais foram as principais inspirações para a nova coleção?

Vish!: A coleção “Quiet Please” surgiu do desejo de transportar os desenhos e ilustrações - tão caracteríscos da marca em estampas localizadas - para o tecido corrido. Durante a nossa pesquisa, entramos em contato com uma vanguarda artística do início do século XX, a Wiener Werkstätte, que tinha como princípio tornar a arte e a beleza acessível a todos através de móveis, objetos e estampas. O foco da Oficina Vienense na estamparia de tecidos e na valorização do trabalho do artesão encaixou perfeitamente com a filosofia da Vish! de ter um cuidado especial no traço à mão e no artsy.
Para entender melhor o universo da Wiener Werkstätte, mergulhamos numa pesquisa minuciosa, que buscava um novo ponto de partida para esse trabalho. A observação de conteúdo e imagens para essa coleção foi toda realizada em bibliotecas, o que resultou numa gama de referências do imaginário coletivo desses lugares – assim, o cenário da pesquisa acabou nos rendendo outro forte elemento de inspiração para a “Quiet Please”.
Construímos essa coleção misturando essas duas referências - associando os princípios da Wiener Werkstätte com os cenários da biblioteca. O listrado é formado por monogramas que lembram os selos dos artesãos vienenses, os óculos da bibliotecária revivem a clássica estampa de correntes, o chão de tacos da biblioteca ganha uma pincelada manual propositalmente ingênua, a estampa floral faz referência à técnica de pochoir.

F.: Por falar em peças elaboradas, nas últimas coleções, nós percebemos que a Vish! passou a investir na alfaiataria, adotando camisas, calças, saias e shorts que lembram a modelagem clássica, deixando de ser apenas mais uma marca com “camisetas legais”. De onde veio essa mudança? Vocês acham que a marca se tornou mais madura ou o público está procurando inspiração nos velhos tempos para se vestir?

V.: Uma das nossas preocupações, enquanto diretores criativos, é sempre apresentar uma proposta nova e fresh a cada coleção. Procuramos construir o DNA da Vish! em cima de coisas que acreditamos como o artsy, o desenho à mão e o fresh. Com essas características bem resolvidas em uma coleção, o céu é o limite, hehe!
Nunca tivemos receio de mudança e a ideia de arriscar em outras peças além da camiseta, era um desejo antigo que foi amadurecendo aos poucos. Acredito que essa transição seja um amadurecimento natural e positivo pra marca. Claro que também existe uma tendência forte aí, um inconsciente coletivo em querer vestir roupas mais elaboradas, com certa nostalgia e caráter exclusivo. Mas essa transição partiu principalmente do nosso amadurecimento enquanto dupla criativa e do friozinho na barriga proposto por um novo desfio!

F.: De Santa Catarina para o mundo, quais são as perspectivas da marca? Vocês desejam conquistar mais espaço no mercado internacional e quem sabe um dia se tornarem uma referência na moda brasileira? Aliás, no que vocês acham que a Vish! se diferencia? O que é que a Vish! tem?

V.: Temos um flerte antigo com o mercado internacional! Desde o começo sentimos esse interesse. Trabalhamos com pontos de venda na Inglaterra, um showroom na Espanha e fomos convidados várias vezes para participar da feira de street wear Bread & Butter Berlin.
Para essa nova coleção as oportunidades internacionais continuam se abrindo. Vamos ter um novo ponto de venda em Madri, na Espanha, e também fomos escolhidos para participar de livro que vai reunir uma compilação das melhores marcas de streer wear de todo o mundo.É muito gratificante ver todo esse interesse do mercado internacional. Apesar de ainda estarmos bastante focados em crescer dentro do Brasil, é bom perceber que temos aceitação em outros países.
Acho que isso tem a ver um pouco com a nossa formação e com os nossos interesses. Como eu e o Luiz moramos muito tempo fora, acabamos incorporando um pouco várias referências culturais – e essa união de repertórios agrega muito à marca. Temos um interesse em comum pela moda, mas nos permitimos passear por várias outras referências e unir isso tudo na Vish!. O Luiz, por exemplo, é fã de cultura pop – de super-heróis de quadrinhos a séries de TV. Já eu sou louca por filmes antigos e leitora compulsiva. Acredito que a união desses dois backgrounds é responsável pela imagem que a Vish! construiu hoje. Nossos repertórios acabam refletidos na marca e, dessa maneira, conseguimos consolidar um trabalho autoral, mas de fácil aceitação. No final, acho que o que a Vish! tem é a nossa paixão por um lifestyle criativo traduzida em forma de coleção!
 
(por Claudia Bär para Fresta)

Claudia Bär

Designer, trabalha por trás dos teclados da Fresta. Sonha em nadar ao lado de um tubarão baleia, vaga entre ilustração e fotografia, cat lover, genuine fake.

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Designer de superfície de 10 anos de idade

De vez em quando ouvimos falar sobre alguma criança prodígio, com habilidades incríveis para desenhar, pintar, tocar instrumentos, jogar xadrez e até mesmo para criar estampas! É o caso do "designer" Otto Dunker, que com apenas 10 anos desenha padrões para papéis de parede e tecidos. Otto vive em Gothenburg, Suíça, e tem a sorte de ser filho da designer, ilustradora e estilista Elisabeth Dunker, o que talvez possa explicar a origem do seu talento. De qualquer maneira, abaixo você pode conferir duas de suas criações, "Ohoy" e "Mountain", uma mais graçinha que a outra!

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Lenços avant-garde

Depois dos maravilhosos lenços da B.Heart, encontramos outra coleção que é tão inspiradora quanto: Forget Me Not. Todas as peças da marca são produzidas na Itália e vendidas online no próprio site e em diversas lojas, inclusive na Colette, em Paris, que já comentamos sobre ela aqui. As estampas dos lenços são impressas digitalmente, garantindo a qualidade dos detalhes, e que detalhes! Realmente ficamos impressionadas com os desenhos das estampas, que foram desenhados à mão pela designer Coco e inspiradas no modernismo avant-garde, no surrealismo, imagens esotéricas, contos infantis e séries fin-de-siècle.

Ah que graça!
Obe_dessa
visitante
26.09.2011 às 13:21
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Suno Resort 2012

Olha só que incrível a coleção Resort 2012 da Suno, num clima super tropical e étnico, misturando estampas, cores e referências. Para quem ainda não conhece, a Suno é uma marca de moda feminina contemporânea baseada em NY com pontos de produção no Quenia, na índia e no Peru, unindo técnicas tradicionais com alta tecnologia. Aliás, a primeira coleção, lançada em 2009, utilizou tecidos quenianos vintage que Max Osterweis, um dos  fundadores da marca, colecionou durante anos. Legal, né?

(via TrendLand)

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