Uma galinha que incomoda muita gente

Um personagem vestido de galinha anda pelas ruas irritando as pessoas. Na verdade, ela se esforça bastante para incomodar e fazer as pessoas se sentirem desconfortáveis - senta no colo de alguém no ônibus, participa de situações sem ter sido convidada, cerca um sujeito que está falando ao telefone e chega a tirar o celular da mão dele. Tudo isso para alertar sobre um projeto de lei na União Européia que permitirá que mais galinhas e frangos sejam apertados em pequenos espaços antes de serem processados. A ação é da The Goog Agency para a RSPCA, organização de defesa dos direitos dos animais contrária ao projeto. Dica do Blue Bus.
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Embalagens ecológicas

Idéia simples, ecológica e linda: criar estampas impressas em cima de jornais usados para servirem de embrulho em feiras.  Criação da agência Dentsu.

 

 Outro exemplo do conceito de design sustentável bem aplicado é toda a linguagem feita pela empresa Multistorey para a loja Unpackaged, que vende produtos orgãnicos de produção local por quilo. Reaproveitando papéis já impressos, foi criado um padrão com informações sobre a loja e seus produtos com impressão em tintas vegetais por cima.

 

Pra terminar, um video com uma ideia ótima para embalagens de pizza.

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Uma prévia do futuro

Uma prévia do nosso futuro! Vídeo da palestra da Sapien para o Grupo de Estudos Tom.

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Por que sua propaganda não está funcionando?

Steve Mckee, um dos sócios da agência McKee Wallwork Cleveland, escreveu em sua coluna na revista Business Week um texto com sete pontos interessantes que ajudam a responder esta pergunta. São ótimas dicas para empresas que desejam melhorar o desempenho da sua comunicação. Além disso, são pontos que devem ser compreendidos por algumas agências que parecem não enxergá-los no dia-a-dia.

Segundo o McKee, cada empresa tem a publicidade que merece. Portanto, se a sua comunicação não está funcionando, o problema certamente é com você. Ou seja, quem tem o poder de mudar esse rumo não é a agência que te atende, mas a sua empresa - e mais ninguém. Não adianta uma agência de qualidade se você só aprova trabalhos que não funcionarão.

Já no caso das agências, se a publicidade do seu cliente não funciona, você também sai perdendo. Portanto, se seu cliente só aprova trabalhos que você sabe que não vão funcionar, ou você está vendendo mal as suas ideias, ou está na hora de sentar e abrir o jogo com esse cliente. Se ele insistir, pode ser o caso de abrir mão da conta. Isso mesmo. Dispensar clientes que não atendem aos seus critérios é um dos pontos que ajudam uma agência a obter sucesso.

A boa notícia, é que todos os pontos apontados no texto podem ser corrigidos. Vamos lá...

Sua publicidade pode não estar funcionando porque...

1. ...é chata.
Por que assistimos TV, ouvimos rádio e lemos jornal? Por três razões: informação, entretenimento e envolvimento. Anúncios que falham em entregar pelo menos dois desses três benefícios não vão funcionar. Assim como ninguém lê todos os textos de um jornal, ninguém presta atenção a todos os anúncios. Você precisa envolver seus futuros clientes em algo interessante ou divertido para que eles te dêem um pouco do seu valioso tempo e atenção. A criatividade sempre foi essencial para isso. Hoje em dia, mais ainda.

2. ...é irrelevante.
Você não deveria pensar na sua propaganda como algo sobre a sua marca, mas sim como uma extensão dela. Se a sua marca entrasse para o ramo de entretenimento e começasse a produzir filmes, como eles seriam? A idéia está aí. Se sua comunicação for sem graça, grosseira ou arrogante, as pessoas pensarão o mesmo sobre seu produto. O que é verdadeiro na vida, é verdadeiro na publicidade. Se você focar apenas no onde quer chegar, não vai conseguir muito. Ao invés, foque em dar e entregar valor, que coisas boas começarão a acontecer.

3. ...é segura demais.
A primeira vez que vi um Ford Taurus, ele chamou muito a minha atenção. O mesmo aconteceu com muita gente, e o Taurus se tornou o carro mais vendido em todos os tempos nos Estados Unidos. Se o taurus tivesse sido mais um daqueles carros sedãs em forma de caixa, provavelmente seria mais um carro normal. Mas não, ele virou de ponta cabeça todas as convenções da história do design automotivo. Ser diferente não é garantia de sucesso, mas te dá mais chances de ser notado do que se já tiver sido feito antes. Outro ponto importante: tenha em mente que quando você faz algo diferente, as pessoas podem não gostar de você – pelo menos no início. Muitos de nós ficamos chocados com o Taurus no início. Mas suas linhas curvas tiveram uma significante influência no design automotivo. Se você se preocupar muito em ofender alguém, provavelmente não atrairá ninguém.

4. ... está tentando fazer muita coisa.
Como sabemos, muitas pessoas não são envolvidas pela propaganda. E mesmo quando são, por quanto tempo prestam atenção? Trinta segundos? Dez? Cinco? O melhor que um anúncio pode fazer é comunicar uma única e breve ideia, e na era da internet - quando as pessoas podem ir até sites buscar informações adicionais que precisam – é loucura falar mais do que isso. Só porque você tem muito a dizer não quer dizer que seu público vai querer prestar atenção em tudo. Faça o seu melhor para estabelecer um simples e único ponto. Faça isso com inteligência e, com a exposição necessária, você pode conseguir.

5. ...não tem tempo suficiente para funcionar.
Você não pode tirar o pão do forno antes da hora. Você não pode apressar uma semente a se transformar em uma planta. Tudo que você pode fazer é preparar os ingredientes da melhor maneira, cuidar do jardim com carinho, e esperar até que o pão cresça e os brotos apareçam. O mesmo é verdadeiro com a publicidade. Se você esperar muito em pouco tempo (principalmente com uma verba limitada), certamente se desapontará. Pense no seu próprio comportamento de consumo. Quantas vezes vocês precisa ser exposto a uma mensagem publicitária até que tome uma atitude? Dependendo do nível de interesse das pessoas naquela categoria e da freqüência de compra, pode levar semanas, meses ou até anos para que sua mensagem seja assimilada.

6. ...você gosta dela.
Ok, é melhor se você gostar, mas lembre-se de que você não é o melhor juiz para a sua própria propaganda. A razão é simples. Você sabe demais sobre a sua marca e tem muita afeição a ela para permanecer objetivo. Veja o caso do Burger King. Sua publicidade nos últimos anos tem sido um verdadeiro sucesso para o púbico jovem, mas muitas franquias da marca afirmaram não concordar com ela. Os mais inteligentes, no entanto, reconheceram que não são o público-alvo e a deixaram em paz. Sua propaganda não é para você. Esses pontos parecem contra-intuitivas, mas é por isso que não se trata de um negócio para amadores.

7. ...seu problema não pode ser resolvido por ela.
Um erro comum que muitas empresas cometem é tentar usar a propaganda para corrigir outro problema. Pode ser um design de produto inapropriado ou desatualizado, uma estrutura de custos não competitiva, um serviço de baixa qualidade ao consumidor, ou inúmeras outras coisas. Não é que isso seja feito intencionalmente. É que é muito mais fácil colocar uma nova mão de pintura para corrigir as rachaduras na parede do que consertar o que está as causando. Nenhuma empresa consegue uma execução impecável, mas até que você consiga manter um histórico sólido de excelência, gaste seu dinheiro com melhorias internas ao invés de publicidade. A pintura pode mascarar o problema por um curto período, mas logo novas rachaduras vão aparecer.


Obviamente, diz Mckee, existem muitas outras razões para a publicidade ter um baixo desempenho – desde uso inadequado de mídia e uma estratégia mal elaborada até contra ataques da concorrência. No entanto, os pontos acima, são tão comuns e tão comumente mal-entendidos – que só de colocá-los fora do caminho sua publicidade já melhora muito, afirma.
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Dicas para apresentações e palestras

Já faz tempo li um texto que usa como base a apresentação que o Steve Jobs fez para o novo MacBook Air para dar algumas dicas sobre palestras. Achei bem interessante, vou resumir aqui.


Antes de tudo, vale comentar que, segundo a imprensa, esta não foi a melhor apresentação de Jobs. Mas é aquela coisa... ele é conhecido por apresentações bombásticas, então acaba elevando a expectativa do público. Ao mesmo tempo em que indica que o cara é bom, mostra que é complicado se superar. Bom desafio. Vamos lá:


1. Estabeleça cumplicidade com a audiência. Jobs caminha pelo palco sorrindo, sem formalidades, e começa o discurso deixando claro que as pessoas presentes são importantes, que a apresentação foi feita para elas. Na tela atrás, um enorme "Thank you".


2. Dê uma idéia de onde você quer chegar. Não precisa falar tudo no começo, mas é importante situar as pessoas. Jobs, por exemplo, diz que tem quatro assuntos a tratar.


3. Mostre seu entusiasmo. É importante acreditar no que está falando para poder mostrar sua paixão. Jobs acredita no produto, e não soa falso quando usa palavras fortes como inacreditável, extraordinário, apavorante, incrível e revolucionário.


4. Não é questão de números, mas de significados. Grande parcela da platéia não está acostumada com números, e não vai ter uma noção exata do que se quer passar se não houver comparações, explicações. Por exemplo: Jobs falou que 4 milhões de iPods foram vendidos. Ok, um bom número, mas para causar mais impacto, ele acrescentou: isso significa 20.000 vendas diárias. Ou seja: o significado fica muito mais claro quando comparado.


5. Mostre visualmente os números. Se mostrasse apenas o produto, não teríamos real noção das dimensões dele. Mas Jobs compara aos menores notebooks, e como todos sabem, coloca dentro de um envelope. Até porque, 0.16 por 0.76 polegadas não significa muito para nós, brasileiros, não é mesmo? Mas ver que ele cabe em um envelope... nossa!


6. Guarde o melhor para o final. O começo deve ser forte, mas o final ainda mais. No caso de Jobs, ele só apresentou o produto no final.


Para ler o texto inteiro (em inglês): http://www.presentationzen.com/presentationzen/2008/01/5-presentation.html


Para ver a apresentação de Jobs:
http://events.apple.com.edgesuite.net/f27853y2/event/index.html?internal=fj2l3s9dm


Para ver a apresentação editada em 1 minuto:
http://www.mahalo.com/The_Steve_Jobs_90_Minute_Keynote_in_60_Seconds

 OBS: Se quiser uma apresentação especial e customizada, conte com a Fresta. ;-)

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Anúncios em elevadores

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Onde nasce a moda?

Interessante esse video.

 

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Vestindo marcas - uma aposta do site Coolhunting.net

Tradução bem livre do site www.thecoolhunter.net: Todos sabemos que a geração Y é a mais cínica no que diz respeito a marketing e publicidade. Eles odeiam ser ‘vendidos’ e esperam muito mais das marcas do que somente um produto. Pois é justamente esse cinismo que tem semeado uma interessante tendência onde objetos de jovens cool se apropriam de logos e os transformam em irônicos símbolos fashion. Não deixa de ser uma oportunidade de mercado.
de
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Aproveitando tudo

A agência Mother de Nova York reuniu quatro artistas novaioquinos - Laurie Rosenwald, Michael Anderson, Josh Goldstein e Charles Wilkin - para criar seis painéis inspirados em Nova York e no logo (bullseye) da Target.

Os painéis permanecerão na Times Square, até outubro, mas a partir de 4 de setembro, os clientes poderão encomendar 1.600 sacolinhas da marca  feitas por Anna Sui com a lona do painel no site por US$ 29,99.

Os consumidores poderão personalizar suas sacolas e selecionar a partir de qual parte da lona será criada. Os compradores as receberão em janeiro de 2010.

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Licenciamento ajuda no crescimento das marcas

Trechos da matéria sobre licenciamento de marcas no Mundo do Marketing:

"Licenciar marcas é, antes de tudo, uma bela estratégia de Marketing para empresas que buscam o reconhecimento dos consumidores de forma rápida. Estar associada a celebridades ou marcas famosas já é meio caminho para o sucesso, já que, de acordo com a Associação Brasileira de Licenciamento (Abral) o faturamento deste mercado será de R$ 3,4 bilhões em 2009."

"O beneficio de licenciar uma marca é estar ligada ao que está em evidência na mídia ou a algo que seja reconhecido pela maior parte dos consumidores. Usar a imagem de Pelé torna-se vantajoso porque trata-se de uma das maiores personalidades do planeta. “É o segundo rosto mais conhecido do mundo depois do Papa e isto alavanca vendas. Com a Ivete é a mesma coisa. Toda empresa que decide fazer licenciamento busca retorno em incremento nas vendas com marcas com reconhecimento imediato”, explica Paulo Ferreira, diretor geral da Prime Licensing."Confira a matéria completa aqui.
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